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Clevelândia: Duas escolas Estaduais e duas municipais atingem meta do IDEB

16/09/2020

Por Loidi Ferst

Contato: lex.jornalismo@gmail.com

Colégio Presidente Castelo Branco superou a meta no IDEB projetada para 2021.

Nessa terça-feira (15), foram divulgados os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que apontou o Paraná com a quarta melhor nota do ensino médio entre as redes estaduais do Brasil. Os dados que tem por base o ano de 2019, melhoraram no comparativo com 2017, quando o Estado ocupava a sétima posição.


Clevelândia

A média do Ideb 2019 do Ensino Fundamental – séries iniciais (4º e 5º anos), ao que se refere à Rede Municipal de Ensino, Clevelândia obteve média 5.6.


Já na lista do desempenho do Ideb 2019, Ensino Fundamental – anos finais (8º e 9º ano), a média ficou em 4.8.


No Ensino Médio Clevelândia somou 4.1.


Na Rede Municipal de Ensino, destacam-se as Escolas: Dalva Ana Bortolini, atingindo a média de 6.4, mesma meta projetada para 2021 que é de 6,4. E a Escola São Francisco de Salles (interior de Clevelândia), com média 6.6, quase atingindo a meta projetada para 2021 que é de 6,7. As melhores médias do município.


Já na rede Estadual de Ensino destacam-se os Colégios: Presidente Castelo Branco, com média 4.3, superando a meta projetada para 2021 que é de 4.0. E o Colégio Agrícola Assis Brasil, com média 4.6, quase atingindo a meta projetada para 2021 que é de 4.7


Sudoeste

O melhor desempenho dos municípios do Sudoeste no Ensino Médio é de Bom Sucesso do Sul, com média 5,4, o município tem o terceiro melhor desempenho nesta categoria do Estado, atrás de Maripá (5,8) e Mercedes (5,7).


Da região ainda integram a lista, Cruzeiro do Iguaçu e Enéas Marques, ambos com média 5,2 e ocupando a nona e décima colocação na classificação estadual.


Já na lista dos melhores desempenhos do Ideb 2019, Ensino Fundamental – anos finais (8º e 9º ano), o melhor indicativo registrado no Sudoeste é de Verê, com média 6,1. Esta nota, colocou o município na sexta colocação estadual, atrás de Maripá (6,3); São José da Boa Vista (6,3); Virmond (6,3); Iguatu (6,1) e Novo Itacolomi (6,1).


Planalto com média 6,0 ocupa a nona colocação de uma lista que tem ainda Entre Rios do Oeste, Jaboti e Quatro Pontes, com a mesma pontuação.


Rede Municipal

No Ensino Fundamental – séries iniciais (4º e 5º anos), ao que se refere à Rede Municipal de Ensino. Bom Sucesso do Sul tem a melhor média, 8,0. Em seguida aparece Enéas Marques, com média de 7,5. Pato Branco, obteve média 7,3. Planalto obteve média de 7,0. Dois Vizinhos e Verê, obtiveram média de 6,9.


Notas

A nota do Ideb varia em uma escala de zero a dez. Para calcular o índice, considera-se o desempenho dos alunos em Matemática e Português no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), prova aplicada pelo MEC, e também índices de aprovação e evasão.


Todos os Estados avançaram no Ideb do ensino médio público, segmento considerado o mais problemático no País pela dificuldade de atrair e manter o jovem na escola. Nos últimos anos, Estados passaram a investir em ensino integral para adolescentes. Já a reforma do ensino médio, aprovada em 2017 com o objetivo de modernizar e flexibilizar o currículo na etapa, ainda não foi colocada em prática e tem sido ignorada pelo governo Jair Bolsonaro.


Todos as redes estaduais também aumentaram suas notas de Português e Matemática. Mesmo com o desempenho melhor dos adolescentes do ensino médio, a meta para o País em 2019, de 5,0, não foi atingida. Os únicos Estados que bateram as metas foram Pernambuco e Goiás.


O Ideb é realizado a cada dois anos e na edição atual, o Paraná conseguiu um fato histórico: obteve o maior crescimento de nota no ensino médio. Estado subiu 0,7, saindo de 3,7 para 4,4 pontos. É a maior evolução desde 2005. Se somadas as notas de escolas federais e privadas, o Paraná aparece em terceiro no ranking.


O Estado também ocupa o primeiro lugar do Brasil entre as redes estaduais no Ensino Fundamental – ‘anos iniciais’ (até o 5º ano), com nota de 6,8, e ficou na terceira posição para os ‘anos finais’ (6° ao 9° ano).

Com informações: Marcilei Rossi com agências


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