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Clevelândia, rua Dr. Francisco Beltrão completa 91 anos

20/05/2020

Em 20 de maio de 1929 a Câmara de Vereadores de Clevelândia aprovou a mudança do nome da Rua das Tropas para Dr. Francisco Beltrão, em Clevelândia. Essa informação foi publicada no livro do professor, advogado e escritor Alzir Demétrio Viecili, “Clevelândia, nossa terra nossa gente”. 

1892- Rua das Tropas

Na época, Francisco Gutierrez Beltrão era o secretário de Viação e Obras Públicas do Estado do Paraná, até setembro de 1930. Ele teria residido naquela rua. O engenheiro Beltrão faleceu em 1939, e a alteração do nome da rua, que leva seu nome até hoje, ocorreu ainda em vida.

JdB




Dr.  FRANCISCO GUTIERREZ  BELTRÃO

Por: Nilton Luiz Pacheco Loures

Francisco Gutierrez Beltrão, engenheiro civil nascido em 1875 em Paranaguá, era filho  primogênito de Francisco da Cunha Machado Beltrão (natural de Pernambuco) e de Rosa Branca Gutierrez Beltrão natural de Montevideo-Uruguai)  Viveu em Curitiba, e após a revolução de 1930, veio morar em Clevelândia e juntamente com seu irmão Alexandre. prestavam serviços de colonização ao Estado do Paraná, que lhes pagavam com terras, sendo assim, proprietários de fazendas. É o patrono da cidade, de Francisco Beltrão, a qual elaborou o projeto antes mesmo da criação do município. No Paraná foi Deputado Estadual, Secretário de Agricultura, Viação e Obras Públicas, Colonização e da Fazenda, Indústria e Comércio, foi professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Paraná. Venceu um concurso nacional de Cartografia. Como secretário de Agricultura, incentivou a plantação de trigo, certo da posição de destaque do Paraná como celeiro de trigo do Brasil. Foi fundador da empresa colonização “Sociedade Técnica e Colonizadora Engenheiro Beltrão”. Pelos relevantes serviços prestados ao Estado do Paraná e na cidade de Clevelândia, foi homenageado como nome de rua da antiga Rua das Tropas, através de autorização do executivo municipal em 20.05.1929.  Faleceu em 1939, vítima de complicações respiratórias, e seu  corpo foi transladado de trem para Curitiba., onde foi sepultado no Cemitério Municipal.


(Fonte: Resgate Histórico- Caderno Cultural Projeto Memória- Edição Especial Tania Maria Penso Ghedin- 2013) Foto cedida pela Família Ribas).





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