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SUDOESTE DO PARANÁ

 EM UM RESGATE DO NOSSO LEGADO DE TRADIÇÃO E VALORES, MARCADO POR FATOS E PERSONAGENS QUE CONTRIBUÍRAM PARA A CONSTRUÇÃO DE NOSSA HISTÓRIA.

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CIDADES DO SUDOESTE DO PARANÁ   

OS 42 MUNICÍPIOS DA MESORREGIÃO GEOGRÁFICA SUDOESTE PARANAENSE, SEGUNDO A LEI ESTADUAL Nº 15.825/08

Início

HISTÓRIA POLÍTICA DOS MUNICÍPIOS DO SUDOESTE PARANAENSE

   PALMAS   

Palmas.jpg

Etimologia

-Palmas: Substantivo feminino plural. Origina-se do latim “palma”, designando a folha da palmeira, triunfo, vitória. 

Gentílico

Palmense

1965 - Palmas - Pr

História

A história de Palmas está ligada diretamente à formação do Sudoeste do Paraná. Os primeiros registros da região, da descoberta dos chamados Campos de Palmas, datam da década de 1720, por obra do bandeirante curitibano Zacarias Dias Côrtes. A emancipação política do município, desmembrado de Guarapuava, ocorreu em 14 de abril de 1879.
A denominação “Campos de Palmas” é atribuída ao major Atanagildo Pinto Martins que comandou uma expedição organizada pela Real Expedição de Conquista dos Campos de Guarapuava, de 1814 a 1819. O grupo teve por guia o Cacique Yongong que conhecia bem a região denominada por eles de Campos de “Bituruna” ou “Ibituruna” - “Terra Alta ou Terra das Palmeiras”, na tradução do idioma indígena.
A chegada dos pioneiros, que se estabeleceram na região onde está Palmas, aconteceu de 1836 a 1839. Nesta época foram organizadas duas expedições guarapuavanas, cuja meta era conquistar a região, habitada por indígenas. José Ferreira dos Santos e Pedro Siqueira Côrtes lideraram os grupos formados por 27 e 17 estancieiros, respectivamente.
Originalmente povoada por populações indígenas, Palmas possui uma história rica de religiosidade e também de lutas contra os indígenas por suas terras. A população atual é marcada pela miscigenação, com influência étnica de indígenas, negros, portugueses, alemães, italianos e japoneses.

Formação Administrativa

Freguesia criada com a denominação de Senhor Bom Jesus de Palmas, pela Lei Provincial n.º 22, de 28-02-1835 ou 1855, subordinado ao município de Guarapuava.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Palmas, pela Lei Provincial n.º 484, de 13-04-1877, desmembrado de Guarapuava. Sede na povoação de Palmas. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-04-1879.
Elevado à condição de cidade, com a denominação de Palmas, pela Lei Estadual n.º 233, de 18-12-1896.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído do distrito sede.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1936, o município figura com 4 distritos: Palmas, Colônia Chopin, Mangueirinha e Santa Bárbara.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1937, o município é constituído de 5 distritos: Palmas, Colônia Chopin, Mangueirinha, General Carneiro e Santa Bárbara.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 7.573, de 20-10-1938, transfere o distrito de Santa Bárbara do município de Palmas para o de União da Vitória. Sob o mesmo Decreto, o distrito de Colônia Chopin passou a denominar-se Chopin.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 4 distritos: Palmas, General Carneiro, Mangueirinha e Chopin (ex-Colônia Chopin).
Pelo Decreto-lei Federal n.º 5.839, de 21-09-1943, o município de Palmas foi território Federal de Iguassu.
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 199, de 30-12-1943, é desmembrado do município de Palmas os distritos de Chopin e Mangueirinha, para constituir o novo território de Iguaçu. Sob o mesmo Decreto Palmas adquiriu do município de União da Vitória o distrito de Bituruna (ex-Santa Bárbara).
No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 3 distritos: Palmas, Bituruna e General Carneiro.
Por Ato das Disposições Constitucionais Transitórias Promulgada de 18-09-1946, (Artigo 8 º), foi extinto o território de Iguaçu voltando seu território aos estados de Paraná e de Santa Catarina e foi desmembrado (diário oficial do D.F, de 19-09-1946 seção I).
Pelo Decreto-lei Estadual n.º 533, de 21-09-1946, é desmembrado do município de Palmas os distritos de Mangueirinha e Chopin, para constituir o novo município de Mangueirinha.
Pela Lei Estadual n.º 790, de 14-11-1951, é criado o distrito de Jangada do Sul (ex-povoado) criado com terras do distrito do General Carneiro.
Pela Lei Estadual n.º 253, de 26-11-1954, é desmembrado do município de Palmas o distrito de Bituruna. Elevado à categoria de município.
Pela Lei Estadual n.º 3.758, de 02-08-1958, é criado o distrito de São José de Palmas (ex-povoado) é criado no distrito de General Carneiro. Subordinado ao município de Palmas.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Palmas, General Carneiro, Jangada do Sul e São José de Palmas.
Pela Lei Estadual n.º 4.338, de 25-01-1961, é desmembrado do município de Palmas os distritos de General Carneiro (ex-São José de Palmas), Colônia General Carneiro (ex-General Carneiro e Jangada do Sul, para constituir o novo município de General Carneiro.
Pela Lei Municipal n.º 129, de 16-09-1963, foram criados os distritos de Coronel Domingos Soares e Santo Antônio e anexado ao município de Palmas.
Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 3 distritos: Palmas, Coronel Domingos Soares e Santo Antônio.
Pela Lei Estadual n.º 5.499, de 02-02-1967, foram criados os distritos de Padre Ponciano e Ubaldino Taques e anexado ao município de Palmas. Sob a mesma Lei é extinto o distrito de Santo Antônio, sendo seu território anexado ao distrito de Padre Ponciano.
Pela Lei Estadual n.º 5.863, de 31-10-1968, é criado o distrito de Francisco Frederico Teixeira Guimarães e anexado ao município de Palmas.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 5 distritos: Palmas, Coronel Domingos Soares, Francisco Frederico Teixeira Guimarães, Padre Ponciano e Ubaldino Taques.
Pela Lei Estadual n.º 11.265, de 21-12-1995, é desmembrado do município de Palmas o distrito de Coronel Domingos Soares. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 15-VII-1999, o município é constituído de 3 distritos: Palmas, Francisco Frederico Teixeira Guimarães e Padre Ponciano.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2020.

 

Aspectos Gerais

População estimada [2021]               - 52.503 pessoas  

População no último censo [2010]   - 42.888 pessoas  

Densidade demográfica [2010]         - 27,53 hab/km²  

Palmas

   CLEVELÂNDIA   

Clevelândia.jpg

Etimologia

-Clevelândia: Palavra formada pelo termo “Cleveland”, acrescida do sufixo “ia”. “Cleveland” é sobrenome de origem geográfica, formado pelos termos de origem inglesa “cliff”... rochedo, escarpado e “land”... terra, país: “país cheio de rochedos e escarpados”. O sufixo nominativo “ia” vem do grego “ía” e designa qualidade, estado, propriedade, lugar.

Gentílico

Clevelandense

1965 - Rodoviária de Clevelândia - Pr

História

Desde o século XVII sabia-se da existência de extensos campos ao sul do Iguaçu, separados de Guarapuava por um sertão de poucas léguas de largura à margem daquele rio. As primeiras penetrações nos Campos de Biturunas, hoje Campos de Palmas, ocorreram quando as bandeiras paulistas tentavam atingir as regiões do Goyo-Eu ( rio Uruguai ) e iam ao ataque das Missões do Uruguai .
Em 1759, ao proceder-se à demarcação da fronteira, eram evidentes os sinais do domínio português na região de Palmas. Várias expedições foram organizadas com o objetivo de explorar o território e descobrir um caminho que ligasse os Campos de Guarapuava com o norte do Rio Grande do Sul.
Em 1839, as bandeiras de Joaquim Teixeira do Santos e Pedro de Siqueira Côrtes, oriundas de Guarapuava, penetraram no sertão e alcançaram os Campos de Palmas, dando início à fundação de fazendas. A disputa pela primazia do local conquistado trouxe a desarmonia entre os dois grupos, havendo, então , a necessidade de um árbitro para demarcar as terras de cada um. A 28 de maio de 1840, chegaram ao lugar da contenda dois árbitros, Dr. João da Silva Carrão e José Joaquim Pinto Bandeira, vindos de Curitiba. As terras em litígio foram divididas pelo ribeiro Caldeiras: as de Pedro de Siqueira Côrtes para o oeste ( Alagoas ou Lagoa ) e as de Joaquim Ferreira dos Santos para o leste ( Arrachamento Velho ).
Dois fatores dificultavam grandemente os esforços dos primitivos ocupantes do lugar. De um lado, a pretensão argentina de estender os limites de seu domínio territorial; de outro, a hostilidade permanente dos indígenas. Em 1895, foi resolvida a Questão das Missões, graças à arbritagem do então Presidente da República dos Estados Unidos da América do Norte, Grever Cleveland, que reconheceu como território brasileiro a vasta região dos Campos de Palmas.
O povoamento dos Campos de Palmas de Baixo, onde hoje se localiza o Município de Clevelândia, data da época da Guerra do Paraguai, quando foi destacada uma força de Guarda Nacional para guarnecer a fronteira. Com o prolongamento da guerra, os alojamentos provisórios dos praças transformaram-se em habitações permanentes, as quais foram aumentando e dentro de alguns anos constituíram o Arraial.

O município de Clevelândia que no início seu território se estendia desde seus limites com Palmas até Capanema, está situado na região de Palmas, que historicamente, foi percorrida pelos sertanistas à procura de um caminho que melhorasse a vazão do comércio de tropas pelos idos de 1839. Primitivamente habitada por indígenas e posteriormente por colônias militares, que foram criadas para defesa do território brasileiro de argentinos e paraguaios, Clevelândia teve origem em um alojamento provisório de soldados que com o tempo foi se transformando em habitações definitivas.
Pela atual Avenida Nossa Senhora da Luz, que no início era a única via, passaram os desbravadores e colonizadores da região sudoeste do Paraná, que a partir dos anos 1940, oriundos dos estados de Santa Catarina e mais principalmente do Rio Grande do Sul, vieram em busca de dias melhores para suas famílias.

Formação Administrativa

- Pela lei provincial nº 789, de 16-10-1884, foi criado o distrito  com a denominação de Boa Vista de Palmas.

- Pela lei estadual nº 28 de 28-06-1892, foi desmembrado de Palmas e elevado à categoria de vila com a denominação de

  Boa    Vista de  Palmas.

- Pela lei municipal nº 3, de 10-08-1908, confirmada pela lei estadual nº 862, de 29-03-1909, a vila de Boa     

  Vista de  Palmas passou a ser denominada de Clevelândia.

- Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila é constituída do distrito sede.

- Pela lei estadual nº 2489, de 06-04-1927, foi elevado à condição de município com a denominação de Clevelândia.

- Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, o município aparece constituído de 4 distritos: Clevelândia,       

  Bom Retiro, Dionísio Cerqueira e Santana.

- Pelo decreto-lei estadual nº 7573, de 20-10-1938, os distritos de Bom Retiro, Santana e Santo Antônio (ex-Dionísio

  Cerqueira, foram rebaixado a condição de zona e foram anexados ao distrito sede do município de Clevelândia.

- No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído do distrito sede.

- Pelo decreto-lei federal nº 5839, de 21-09-1943, Clevelândia passa a pertencer ao Território Federal do Iguaçu.

- Pelo ato das disposições constitucionais transitórias, promulgada de 18-09-1946 (artigo 8º), foi extinto o Território de Iguaçu. 

- Pelo decreto-lei estadual do Paraná nº 533, de 21-11-1946, foi restabelecido o município de Clevelândia. Constituído do

  distrito sede Instalado em 30-11-1946.

- Pela lei estadual nº 2, de 10-10-1947, é criado o distrito de Pato Branco e anexado ao município de Clevelândia.

- Em divisão territorial datada de 1-07-1950, o município é constituído de 2 distritos: Clevelândia e Pato Branco.

- Pela lei estadual nº 790, de 14-11-1951, foram criados os distritos de Mariópolis e Vitorino e anexados ao município de

  Clevelândia. E ainda, desmembrado do município de Clevelândia o distrito de Pato Branco, elevado à categoria de município.

- Em divisão territorial datada de 1-07-1955, o município é constituído de 3 distritos: Clevelândia, Mariópolis e Vitorino. 

- Pela lei estadual nº 4245, de 25-07-1960, são desmembrados do município de Clevelândia os distritos de Mariópolis e

  Vitorino, elevados à categoria de município.

- Pela lei municipal nº 376, de 21-03-1961, é criado o distrito de Coronel Firmino Martins e anexado ao município de

  Clevelândia.

- Pela lei municipal nº 377, de 21-03-1961, é criado o distrito de São Francisco Sales e anexado ao município de Clevelândia.

- Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 3 distritos: Clevelândia, Coronel Firmino Martins e

  São Francisco Sales. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.

 

Aspectos Gerais

População estimada [2021]               -16.344 pessoas  

População no último censo [2010]   -17.240 pessoas  

Densidade demográfica [2010]         - 24,50 hab/km²  

Clevelândia

   HONÓRIO SERPA   

Honório Serpa.jpg

Etimologia

-Honório: Nome pessoal masculino. Do latim ‘’Honoriu’’, de ‘’honor’’... honra, e sufixo ‘’-io’’, o que irá receber honras. - -  -

-Serpa: Sobrenome português de origem geográfica. Nome de uma vila de Portugal, de origem pré-romana: “Serpa” ou “Sirpa”: “Solar a vila de Serpa no Alentejo”.

Gentílico

honório-serpense

2020 - Honório Serpa - Pr

História

Por volta de 1896, fugindo dos resquícios da Revolução Federalista, Diógenes Serpa, sua esposa Eufrásia e mais os filhos Honório e Ozório, debandaram-se dos pampas com destino ignorado, fugiam da morte, da degola certa. De mochila nas costas puseram-se em marcha, a pé, rumando ao norte. Ao cruzarem o Rio Chopim pararam; estavam na fazenda de Paulo de Siqueira, um rico pecuarista, pai de Maria Joaquina. Diógenes Serpa ali se estabeleceu, juntamente com sua família. Em 1914, Honório Serpa, um dos filhos de Diógenes, se casou com Maria Joaquina, com a qual teve treze filhos. Honório se transformou no capataz da fazenda e se fortaleceu política e financeiramente, com o apoio do sogro. Da primeira povoação, nomeiam-se pioneiros, além da família Serpa, as famílias Bufon, Brito, José Madureira, Sebastião Eleutério, José Antônio Ozório, Helpídio dos Santos, Beto Madureira, Crescêncio Ferreira, Juventino Cordeiro, Noredin dos Santos. 

Formação Administrativa

A 11 de agosto de 1964, pela Lei n.º 4.901, foi criado o distrito de Honório Serpa. Pela Lei n.º 9.184, de 08 de agosto de 1990, foi criado o município, com território desmembrado de Mangueirinha, sendo instalado a 1º de janeiro de 1993.

 

Aspectos Gerais

População estimada [2021]                - 5.030 pessoas  

População no último censo [2010]    - 5.955 pessoas  

Densidade demográfica [2010]          - 11,86 hab/km²  

Honório Serpa

   CORONEL DOMINGOS SOARES   

Honório Serpa.jpg

Etimologia

-Coronel: Vem do francês “colonel” derivado do italiano “colonéllo”, designando posto de hierarquia militar, chefe político do interior do país.

-Domingos: Nome pessoal masculino de origem religiosa. Vem do latim “Dominicus”, e significa pertencente ao Senhor. 

-Soares: Sobrenome. Patronímico de ‘’Soeiro’’, da baixa latinidade ‘’Suarici’’, que gerou ‘’Suarizi’’, ‘’Soaires’’ e ‘’Soarez’’.

Gentílico

coronel-domingos-soarense

1965 - Coronel Domingos Soares - Pr

História

É antiga a movimentação nesta região, vindo desde os tempos do descobrimento dos Campos de Palmas. A povoação iniciou-se a partir da passagem de tropas pela Fazenda Postinho ou Bom Sucesso, de propriedade do Coronel Domingos Soares, que deu nome ao atual município.
A região onde está assentada a sede municipal era ponto de tropeiros e carroceiros que demandavam de Guarapuava a Porto União da Vitória. Cansados da longa viagem, chegavam na Pousada dos Tropeiros ou Retiro dos Tropeiros. Ali era lugar apropriado para alojar animais e descansar. Desciam as bruacas que levavam o charque, queijo, rapadura, farinha de milho e açúcar. Então faziam sua comida, o revirado ou a paçoca para continuarem a viagem até o final do roteiro traçado.
O nome é uma homenagem ao político pioneiro do Sudoeste, o qual foi proprietário da Fazenda Bom Sucesso, nestas terras.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Coronel Domingos Soares, pela Lei Municipal n.º 129, de 16-09-1963, subordinado ao município de Palmas.
Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o distrito de Coronel Domingos Soares figura no município de Palmas.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.
Elevado à categoria de município com a denominação de Coronel Domingos Soares, pela Lei Estadual n.º 11.265, de 21-12-1995, desmembrado do município de Palmas. Sede no antigo distrito de Coronel Domingos Soares. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997.
Em divisão territorial datada de 1997, o município é constituído do distrito sede.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2018.

 

Aspectos Gerais

População estimada [2021]                - 7.538 pessoas  

População no último censo [2010]    - 7.238 pessoas  

Densidade demográfica [2010]          - 4,59 hab/km²  

Coronel Domingos Soares
Mangueirinha

   MANGUEIRINHA   

Igrja de Mangueirinha - 1965-min.jpg

Etimologia

-Mangueirinha: Palavra formada pelo termo “Mangueira”, acrescido do sufixo diminutivo “inha”.

Gentílico

mangueirinhense

1965 - Mangueirinha - Pr

História

Até a chegada da Família Real ao Brasil, em 1808, a região de Mangueirinha pertencia à Espanha, devido ao Tratado de Tordesilhas, assinado entre Portugal e Espanha.
Entre 1836 e 1839, duas expedições descobriram os campos, que chamaram Campos de Palmas, abrangendo os atuais municípios de Mangueirinha, Palmas, Clevelândia, Água Doce, Irani, entre tantos outros.
Por Ato de 20 de janeiro de 1887, foi criado o distrito judiciário e policial de Mangueirinha, no município de Palmas.
Na região, a primeira fazenda de que se tem notícia é a Fazenda da Lagoa, fundada em 1839/1840, pelo célebre Pedro Siqueira Cortes, comandante da expedição de ocupação dos Campos de Palmas.
A criação de gado na região surgiu concomitantemente com a atividade dos tropeiros, pois foram eles que trouxeram as primeiras reses, provenientes de Guarapuava, para o início das fazendas. Alguns anos depois, foram abertas as trilhas, que deram origem ao Caminho de Palmas ou das Missões, que conduzia as tropas de gado desde a Região das Missões, no Rio Grande do Sul, passando por Chapecó e Xanxerê, em Santa Catarina, Palmas e Mangueirinha, seguindo para Guarapuava e Ponta Grossa, rumo a Sorocaba, em São Paulo.

Após a criação do território do Iguaçu, em 1943, que foi formado por áreas que pertenciam ao Paraná e à Santa Catarina, o Presidente Getúlio Vargas assinou o Decreto-Lei que criou o Município de Mangueirinha, desmembrando de Palmas.Com a queda do Presidente Getúlio Vargas, a nova Constituição de 1946 declarou extinto o Território Federal do Iguaçu, e, em consequência, Mangueirinha voltou a pertencer ao Estado do Paraná.

O topônimo Mangueirinha representa o diminutivo de mangueira (curral), lugar onde se recolhe o gado; nos primórdios do município, ali existia uma mangueira, que face ao seu exíguo tamanho era chamada “Mangueirinha”, daí, a origem do nome do município..

Formação Administrativa

Por Ato de 20 de janeiro de 1887, foi criado o Distrito Judiciário e Policial de Mangueirinha, no Município de Palmas.

Em divisões territoriais datadas de 31-12-1936 e 31-12-1937, figura no município de Palmas o distrito de Mangueirinha.

Em 13 de setembro de 1943, através do Decreto-Lei Federal nº 5812, foi criado o Território Federal do Iguassu e, o Distrito de Mangueirinha, então pertencente ao Município de Clevelândia passou a integrar a nova Unidade Federada, desmembrado que foi do Estado do Paraná.

Pelo Decreto-Lei Federal nº 5839, de 21 de novembro de 1943, o Distrito de Mangueirinha foi elevado à categoria de Município do Território Federal do Iguassu.

Face ao artigo 8º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, promulgado em 18 de setembro de 1946, o Território Federal do Iguassu foi extinto e, em consequência, Mangueirinha voltou a pertencer ao Estado do Paraná.

Considerando a conveniência de ser mantida a mesma divisão judiciária e administrativa existente ao tempo da extinção daquele Território, em 21 de novembro de 1946, foi criado o Município de Mangueirinha no Estado do Paraná

Sede no antigo distrito de Mangueirinha. Constituído de 2 distritos: Mangueirinha e Chopin. Instalado em 30-12-1946.

Em divisão territorial datada de 1-07-1950, o município é constituído de 2 distritos: Mangueirinha e Chopin.
Pela Lei Estadual n.º 790, de 14-11-1951, é criado o distrito de Coronel Vivida (ex-povoado de Barro Preto) e anexado ao município de Mangueirinha. Sob a mesma Lei o distrito de Chopin passou a denominar-se Chopinzinho.
Pela Lei Estadual n.º 253, de 26-11-1954, é desmembrado do município de Mangueirinha o distrito de Coronel Vivida. Elevado à categoria de município. Sob a mesma Lei é desmembrado o distrito de Chopinzinho. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-07-1955, o município é constituído do distrito sede.
Pela Lei Estadual n.º 3.213, de 30-07-1957, é criado o distrito de Covó (ex-povoado) e anexado ao município de Mangueirinha.
Em divisão territorial datada de 1-07-1960, o município é constituído de 2 distritos: Mangueirinha e Covó.
Pela Lei Municipal n.º 237, de 04-06-1964, o município de Mangueirinha passou a denominar-se Conceição do Rosário.
Pela Lei Estadual n.º 4.901, de 11-08-1964, é criado o distrito de Honório Serpa e anexado ao município de Conceição do Rosário (ex-Mangueirinha).
Pela Lei Municipal n.º 304, de 25-03-1968, o município de Conceição do Rosário voltou a denominar-se Mangueirinha.
Em divisão territorial datada de 1-0I-1979, o município é constituído de 3 distritos: Mangueirinha, Covó e Honório Serpa.
Pela Lei Estadual n.º 9.184, de 08-01-1990, alterada pela Lei Estadual n.º 9.441, de 16-11-1990, é desmembrado do município de Mangueirinha o distrito de Honório Serpa. Elevado à categoria de município.
Em divisão territorial datada de 1-06-1995, o município é constituído de 2 distritos: Mangueirinha e Covó.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2017.

 

Aspectos Gerais

População estimada [2019]               - 16.714 pessoas  

População no último censo [2010]    - 17.048 pessoas  

Densidade demográfica [2010]         -   16,15 hab/km²  

Pato Branco

   PATO BRANCO   

Pato_Branco__1957_-_Vista_parcial_do_mun

Etimologia

-Pato: Termo de formação onomatopaica. Trata-se de ave da ordem dos anseriformes, o pato, da família dos anatídeos. (AGC, ABHF).

-Branco: Origina-se do germânico “blank”, e significa luzidio, brilhante, alvo, cândido. 

Gentílico

pato-branquense

1957 - Pato Branco - Pr

História

As primeiras penetrações no território do atual município de Pato Branco datam de 1839, quando ali chegou o bandeirante curitibano Pedro de Siqueira Côrtes, chefiando uma expedição ao sul da 5ª Comarca da Capitania de São Paulo, e descobriu os Campos de Palmas. Os primeiros moradores de Pato Branco vieram do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, em 1919.
Em 1924 já estava formada uma povoação com o nome de Vila Nova de Clevelândia. Novas levas de agricultores e colonos continuaram a chegar ao povoado contribuindo para o aumento. A localidade foi elevada à categoria de distrito judiciário, em 1927, com o nome Bom Retiro.
Em 1928 iniciaram-se os trabalhos de medição e demarcação dos primeiros lotes destinados aos agricultores e colonos que continuavam afluindo, atraídos pela fertilidade das terras e facilidade de aquisição. A partir de 1935 foram-se estabelecendo os primeiros profissionais liberais. A localidade continuava progredindo até que, em 1947, foi elevada a distrito e, em 1951, à categoria de município.
A denominação atual, de Pato Branco, deve-se ao rio de igual nome que banha o município.
O distrito foi criado em 1947. Em 1951, foi elevado à categoria de município com território desmembrado do de Clevelândia.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Pato Branco pela Lei Estadual n.º 2, de 10-10-1947, subordinado ao município de Clevelândia.
No quadro fixado para vigorar no período de 1944 a 1948, o distrito de Pato Branco, figura no município de Clevelândia. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-7-1950.
Elevado à categoria de município com a denominação de Pato Branco pela Lei Estadual n.º 790, de 14-11-1951, sendo desmembrado do município de Clevelândia. Sede no atual distrito de Pato Branco. Constituído de 2 distritos: Pato Branco e Vargem Bonita, ambos desmembrados de Clevelândia. Instalado em 14-12-1952.
Pela Lei Municipal n.º 26, de 26-04-1953, foram criados os distritos de Coxila Rica, Dois Vizinhos e Verê.
Pela Lei Municipal n.º 40, de 24-09-1953, é criado o distrito de Bom Sucesso e anexado ao município de Pato Branco.
Em divisão territorial datada de 1-7-1955 o município é constituído de 6 distritos: Pato Branco, Bom Sucesso, Coxila Rica, Dois Vizinhos, Vargem Bonita e Verê. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1960.
A Lei Estadual n.º 4.245, de 25-07-1960, desmembra do município de Pato Branco os distritos de Dois Vizinhos, Vargem Bonita e Verê, os dois primeiros elevando-os à categoria de município. Vargem Bonita passou a ser denominada Renascença.
Pela Lei Municipal n.º 27, de 30-12-1961, é criado o distrito de Itapejara e anexado ao município de Pato Branco.
Em divisão territorial datada de 31-12-1963 o município é constituído de 4 distritos: Pato Branco, Bom Sucesso, Coxila Rica e Itapejara.
A Lei Estadual n.º 4.859, de 28-04-1964, desmembra do município de Pato Branco os distritos Itapejara e Coxila Rica, para constituírem o novo município com a denominação de Itapejara d`Oeste.
Em divisão territorial datada de 31-12-1968 o município é constituído de 2 distritos: Pato Branco e Bom Sucesso. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1988.
A Lei Estadual n.º 9.183, de 08-01-1990, desmembra do município de Pato Branco o distrito de Bom Sucesso, elevado à categoria de município com a denominação de Bom Sucesso do Sul.
Em divisão territorial datada de 1993 o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1999.
É criado o distrito de São Roque do Chopim e anexado ao município de Pato Branco.
Em divisão territorial datada de 2001 o município é constituído de 2 distritos: Pato Branco e São Roque do Chopim. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2014.

Aspectos Gerais

População estimada [2019]              - 82.881 pessoas  

População no último censo [2010]   - 72.370 pessoas  

Densidade demográfica [2010]        - 134,25 hab/km²  

   CHOPINZINHO   

Chopinzinho.jpg

Etimologia

-Chopinzinho: Palavra formada pelo termo “chopim” acrescida do elemento de ligação “z” e do sufixo diminutivo “inho”. O termo “chopim” vem do tupi “chopi”... pássaro preto, ave da família das Ictéridas (Molothrus bonariensis Gemel). (OB). 

Gentílico

chopinzinhense

.

-1966 - Chopinzinho - Pr

História

A região dos Campos de Palmas, onde encontra-se o atual município de Chopinzinho, foi descoberta em 1726 por Zacarias Dias Côrtes e seu povoado teve início em 1855, com a chegada dos expedicionários Joaquim Ferreira dos Santos e Pedro Siqueira Côrtes, fundando a freguesia de Palmas em 28 de fevereiro de 1855 e elevada à condição de município em 1877.
O atual município de Chopinzinho foi uma colônia militar, a Colônia Militar do Chopim, criada por ordem do imperador D. Pedro II, em 16 de novembro de 1859 pelo decreto n.º 2.502, com o objetivo principal de defender a região sudoeste do Paraná da Argentina, que reivindicava essas terras. Esta foi fundada pelo Coronel Francisco Clemente de Santiago Dantas em 27 de dezembro de 1882, segundo Ata de Fundação. Os trabalhos, no entanto, iniciaram em novembro de 1881, com a chegada dos militares e colonos, que imediatamente iniciaram os trabalhos de abertura da mata, construção das casas e exploração dos arredores como o Rio Dório, assim como a abertura de estradas como a que havia para o Distrito de Mangueirinha.
Em 30 de abril de 1909 a colônia militar passa para o domínio civil, passando a se chamar Distrito Policial de Chopim, pertencente ao município de Palmas.
Com o progresso alcançado no decorrer dos anos, o Município de Mangueirinha sofreu alteração administrativa, sendo o seu território desdobrado em outras comunidades municipais. Assim, o atual Município de Chopinzinho é uma decorrência dessa alteração, Chopinzinho tem sua origem na Colônia Militar “Coronel Santiago Dantas”, que foifundada pelo seu patrono, no lugar denominado Chopin. É a esse militar que se deve a idéia e a concretização da fundação do primitivo povoado de que resultou o atual Município de Chopinzinho.
Em 1920, foi criado o Distrito Judiciário; em 1938 passou a Distrito Administrativo e Judiciário e, em 1954, foi elevado a município.
A construção de estradas de rodagem, ligando a localidade aos Municípios de Mangueirinha, Laranjeiras do Sul e outros, contribuiu de maneira ponderável para o progresso e evolução da nova unidade administrativa.
A designação “Chopinzinho”, adveio da existência no município, de um ribeirão com esse nome, afluente do Rio “Chopin”.

Formação Administrativa

Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-9-1920, figura no município de Palmas o distrito de Colônia Chopin.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-12-1938 e 31-12-1937.
Pelo decreto-lei estadual n.º 7573, de 20-10-1938, o distrito de Colônia Chopin passou a denominar-se Chopin.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Chopin permanece no município de Palmas.
Pelo decreto-lei estadual n.º 199, de 30-12-1943, transfere o distrito de Chopin do município de Palmas para o de Iguaçu.
Pelo decreto-lei federal n.º 6550, de 31-05-1944, confirmado pelo decreto-lei 6887, de 21-09-1944, transfere o distrito de Chopin do município de Iguaçu para o de Mangueirinha.
Em divisão territorial datada de 1-7-1950, o distrito de Chopin permanece no município de Mangueirinha.
Pela lei estadual n.º 790, de 14-11-1951, o distrito de Chopin passou a denominar-se Chopinzinho.
Elevado à categoria de município com a denominação de Chopinzinho, pela lei estadual n.º 253, de 26-11-1954, desmembrado de Mangueirinha. Sede no atual distrito de Chopinzinho. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-12-1955.
Em divisão territorial datada de 1-7-1955, o município é constituído do distrito sede.
Pela lei municipal n.º 18, de 06-05-1960, é criado o distrito de São Luiz e anexado ao município de Chopinzinho.
Pela lei estadual n.º 4776, de 21-11-1963, é criado o distrito de Sede Sulina e anexado ao município de Chopinzinho.
Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 3 distritos: Chopinzinho, São Luís e Sede Sulina.
Pela lei estadual n.º 5227, de 31-12-1965, é criado o distrito de São Francisco e anexado ao município de Chopinzinho.
Em divisão territorial datada de 1-I-1979, o município é constituído de 4 distritos: Chopinzinho, São Francisco, São Luís e Sede Sulina.
Pela lei estadual n.º 8467, de 21-01-1987, desmembra do município de Chopinzinho
o distrito de Sulina (ex-Sede Sulina). Elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 1-6-1995, o município é constituído de 3 distritos:
Chopinzinho, São Francisco e São Luís. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-5-2001.
Alterações Toponímicas Distritais:
Colônia Chopin para Chopin alterado, pelo decreto-lei estadual n.º 7573, de 20-10-1938.
Chopin para Copinzinho alterada, pela lei estadual n.º 790, de 14-11-1951.

Transferência Distrital:
Pelo decreto-lei estadual n.º 199, de 30-12-1943, transfere o distrito de Chopin do município de Palmas para o de Iguaçu

Aspectos Gerais

População estimada [2021]               - 19.083 pessoas  

População no último censo [2010]   - 19.679 pessoas  

Densidade demográfica [2010]         - 20,51 hab/km²  

Chopinzinho

   CORONÉL VIVIDA   

Coronel Vivida.jpg

Etimologia

-Coronel: Vem do francês “colonel” derivado do italiano “colonéllo”, designando posto de hierarquia militar, chefe político do interior do país.

- Vivida (Alcunha): Termo criado por Maria do Nascimento Teixeira de Azevedo Baptista, mãe de Firmino Teixeira Baptista, que ganhou este apelido quando criança na cidade de Ponta Grossa - PR

Gentílico

coronel-vividense

.

-1966 - Coronel Vivida - Pr 

História

Apesar de acompanhar a movimentação da frente povoadora de Palmas, a partir de meados do século XIX, o território vividense só foi oficialmente colonizado após 1918. Antes somente pequenos ranchos de caboclos pontilhavam em alguns lugares da área que hoje compreende o município.

Descendentes de alemães e italianos vindos de Santa Catarina e Rio Grande do Sul estabeleceram-se na região cultivando o solo e explorando a madeira e erva-mate. A partir de 1940, o governo federal estimulou a política de ocupação de espaços vazios. Desta forma intensificou-se a colonização, com mais levas de gaúchos e catarinenses e paranaenses de outras regiões do Estado.

A primeira denominação do povoado em formação foi Barro Preto. Conforme relato dos colonizadores João Polese e Pedro Polese, a cidade se formou à beira de um rio que tinha um lodo preto como carvão.

João Pimpão Ferreira, que se destacou na política regional foi neto de Firmino Teixeira Baptista - o Coronel Vivida, foi também prefeito de Mangueirinha, cidade da qual a localidade de Barro Preto pertenceria como distrito. No governo estadual também havia parentes do Coronel Vivida que se interessaram em homenagear o parente. Firmino Teixeira Baptista, o Coronel Vivida, nasceu em Ponta Grossa a 05 de maio de 1834 e faleceu em 1903, em Palmas. Durante sua vida foi empresário de sucesso e político prestigiado. Participou como chefe da Revolução Federalista, em 1893/94. Era irmão do Barão de Monte Carmelo e foi prefeito de Palmas.

Formação Administrativa

Distrito criado com a denominação de Coronel Vivida ex-povoado de Barro Preto, com terras do distrito de Chopinzinho (ex-Chopin), pela lei estadual n.º 790, de 14-11-­1951, no município de Mangueirinha.
Elevado à categoria de município com a denominação de Coronel Vivida, pela lei estadual n.º 253, de 26-11-1954, desmembrado de Mangueirinha. Sede no antigo distrito de Coronel Vivida. Constituído do distrito sede. Instalado em 14-12-1955.
Em divisão territorial datada de 1-7-1960, o município é constituído do distrito sede.
Pela lei municipal n.º 113, de 20-08-1961, é criado o distrito de Barra Verde e anexado ao município de Coronel Vivida.
Pela lei municipal n.º 112, de 20-08-1961, é criado o distrito de Vista Alegre e anexado ao município de Coronel Vivida.
Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 3 distritos: Coronel Vivida, Barra Verde e Vista Alegre.
Pela lei 359, de 14-08-1968, o distrito de Barra Verde é extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede de Coronel Vivida.
Em divisão territorial datada de 1-1-1979, o município é constituído de 2 distritos: Coronel Vivida e Vista Alegre.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 14-5-2001.
Distrito extinto:
Barra Verde extinto, pela lei municipal n.º 359, de 14-08-1968.

Aspectos Gerais

População estimada [2021]                - 20.430 pessoas  

População no último censo [2010]    - 21.749 pessoas  

Densidade demográfica [2010]          - 31,78 hab/km²  

 

Coronel Vivida

   ITAPEJARA D'OESTE   

itapejaradoeste21.jpg

Etimologia

-Itapejara: De origem tupi ‘’itapê’’... pedra esquinada, machado + ‘’jara, yara’’... senhor: senhor do machado (OB).

-d: Contração da preposição “de” (posse), e supressão do artigo masculino “o”.

-Oeste: Origina-se do anglo-saxão “west”, pelo francês “ouest”, que designa ponto cardeal à esquerda do observador, voltado para o norte; ponto de esfera celeste situado ao lado do ocaso dos astros.

Gentílico

Itapejarense

.

2020 - Itapejara d'Oeste - Pr

História

Por volta de 1937, chegaram à localidade que hoje constitui o município de Itapejara D′Oeste, na região de Pato Branco, entre outras, as famílias de Simplício de Paula Guedes, Acre de Paula Guedes e Antônio Galdino, todas procedentes do Rio Grande do Sul e que verificando a situação topográfica favorável do local, ali se instalaram e deram à formação de um povoado.
Em 1947, chegaram, também, Ledovício Pereira de Lima, Alziro Alves da Rocha e Dario Alves da Rocha, vindos de Santa Catarina.
Somente em 1950, o lugarejo recebeu a sua primeira denominação e que foi ″Chá de Gralha″, sendo alterado em 1951 para ″Tapejara″.
Todavia, em vista da existência de idêntico nome em outro lugar do Paraná, passou à denominação de Itapejara, que em tupi - foi elevada à categoria de distrito administrativo do município de Pato Branco e, em 1964, passou a município de Pato Branco e, em 1964, passou a município autônomo com a denominação de Itapejara D′Oeste.
Em 30 de Dezembro de 1961, a localidade
guarani quer dizer ″caminho de pedra no alto″.

Formação Administrativa