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Conheça as personalidades e instituições que pela relevância de suas ações escreveram e escrevem  seus nomes na história de nossa comunidade.

 

Fevereiro de 2019.

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Eduardo Friesen

Eduardo Friesen nasceu em Curitiba - PR, no dia 24 de abril de 1939. Filho mais velho de Pedro Friesen, nascido na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e de Ana Kornilsen, nascida na Russia. Eduardo foi um grande líder espiritual na comunidade clevelandense, dedicado à obra do evangelho.

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Viveu sua infância e começo da adolescência em Curitiba, onde estudou até o antigo ginásio, no Colégio Bom Jesus.  Aos 14 anos, Eduardo, seus pais e seu irmão mais novo, Haroldo Friesen, mudaram-se para Bagé - RS, onde passaram a plantar trigo na colônia, hoje conhecida como Aceguá. Eduardo continuou seus estudos no colégio interno de Padres, na cidade de Bagé.

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Após alguns anos de colheita frustrada, no início dos anos 50, seus pais resolveram mudar-se para Clevelândia, onde seu pai, Pedro Friesen, começou a puxar gado para o Rio Grande do Sul. Sua mãe Ana e seus dois filhos começaram uma leiteria, comercializando leite para o município de Clevelândia.    

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Em 1961, Eduardo Friesen iniciou os seus estudos no Instituto Bíblico Paranaense, onde estudou por três anos até se formar e ser ordenado pastor. Em 28 de novembro de 1963, aos 24 anos, casou-se com Catarina Ott Friesen (Kathi), na cidade de Piraquara - PR. Em 1964, assumindo os trabalhos de pastor, mudou-se para São Mateus do Sul – PR, para pastorear a Igreja Irmãos Menonitas.

Os pais Pedro e Ana com os Filhos Eduardo e Haroldo.

Família Friesen nas viagens de charrete.

Casamento Pr. Eduardo e Kathi 28.11.63.j

Em 1965, Pastor Eduardo e sua esposa voltaram para Clevelândia. Em 1966 nasceu a primeira filha do casal, Lizete Irene Friesen. No final de 1967, foi convidado para pastorear a igreja Irmãos Menonitas de Francisco Beltrão, onde em 1971 nasceu o segundo filho do casal, Silas Hildor Friesen. Os filhos lhes deram quatro netos.

Em 1978 voltou para Clevelândia, quando organizou durante seu pastorado, juntamente com a prefeitura municipal, uma sociedade beneficente, com uma pré-escola que funcionava junto à igreja Irmãos Menonitas. Também foi responsável pela organização das Escolas Bíblicas de Férias (EBFs), as quais envolviam atividades bíblicas e bincadeiras entre as crianças no período das férias escolares. Atividades que duraram aproximadamente 10 anos.

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Formado em contabilidade, pastor Eduardo trabalhou na secretaria do hospital Dr. Arizone, em Francisco Beltrão. Foi presidente e tesoureiro da Convenção Brasileira Igrejas Evangélicas (COBIM). Também foi um dos responsáveis pela fundação da congregação dos Irmãos Menonitas de Chapecó – SC.

Momento da formatura de pastor.

Em 1963, casou-se com Catarina.

Pastor Eduardo, esposa Kathi e filhos Lizete e Silas

Nos anos 2000, Eduardo e a esposa Kathi retornaram para Clevelândia.

Pelos seus trabalhos sociais e evangelísticos dedicados a comunidade clevelandense no decorrer de sua vida, recebeu homenagens do Lions Clube, dos Tropeiros e Câmara de Vereadores pala distinção, reconhecimento e participação ativa no município . 

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Homenagem realizada pela Câmara de vereadores e Administração Municipal em 2014.

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Venda de Bíblias pelo Pastor Eduardo em uma feira de exposições.

Pastor Eduardo dedicou sua vida em espalhar as boas novas de Jesus Cristo, apaixonado pelas almas, atencioso com suas ovelhas, trabalhou incansavelmente até os dias em que adoeceu. Deus o chamou para glória no dia 17 de outubro de 2014. Faleceu na cidade de Clevelândia, no hospital e Maternidade São Sebastião aos 75 anos.

 

Agosto de 2020

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José Guerreiro de Paula

José Guerreiro de Paula nasceu no dia 20 de setembro de 1928, na cidade de Lageado Liso, hoje Sapopema, no Paraná, fazendo parte de uma família de 15 irmãos. Filho de Messias Prestes De Paula e Dorvalina Guerreiro De Paula.  José Guerreiro foi uma figura reputada na comunidade clevelandense pelos seus trabalhos e grandes amizades.

Ainda muito jovem, quando cursava o 4º ano primário, estava sendo inaugurada a estrada do Cerne (de Curitiba a Londrina), na Ponte do Rio Lageado Liso, foi recebida a visita do Interventor Manuel Ribas, onde o aluno José Guerreiro fez o discurso ao Interventor. Manuel Ribas ficou muito surpreso e deu um cartão ao menino José, e disse: - “se quiser estudar procure-me em Curitiba no Palácio de São Francisco”.

Foi então que no ano de 1944 iniciou seus estudos sob o convite e ajuda do Interventor Manuel Ribas, sendo matriculado no colégio Estadual do Paraná, no exame de admissão, foi aprovado em 2º lugar, concluindo o ginásio e científico. Em 1951, prestou vestibular na Universidade Federal do Paraná para agronomia, sendo aprovado em 5º lugar. E em 1954, concluiu seus estudos com méritos.

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Formatura de agronomia faculdade federal do Paraná

Foi nomeado Engenheiro Agrônomo do Estado, trabalhando na Secretaria da Agricultura onde já era funcionário desde 1951. No ano de 1955, foi designado diretor substituto das Escolas de Trabalhadores Rurais para atuação nas cidades de Ponta Grossa e Castro. 

Mas foi na cidade de Cerro Azul, interior do Paraná, onde José Guerreiro conheceu sua futura esposa, dona Déa Bassetti de Paula. Guerreiro era ainda jovem e estudante da Universidade Federal de Agronomia. Casaram-se no dia 28 de julho de 1956, na Cidade de São José dos Pinhais, completando 63 anos de matrimônio, tiveram quatro filhos: Flávio, Marisol, José Filho e Franceliz. Seis netos e bisnetos.

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José Guerreiro e dona Déa.

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Sua vinda para Clevelândia foi em 21 de fevereiro de 1956, motivado por receber do Departamento de Ensino Agrícola e Profissional da Secretaria de Estado da Agricultura a incumbência de colocar em funcionamento a Escola Rural no município (recém inaugurada), atual Centro Estadual Educação Profissional Assis Brasil, onde foi diretor por 25 anos. Neste tempo, criou a “Festa do Pinho” no Colégio agrícola, com visitas de estudantes de toda a região, a Bandinha do Colégio, entre outros feitos.   

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O Ginásio de Esportes do Colégio Agrícola recebeu o nome como homenagem a José Guerreiro.

CEEP Assis Brasil

Em 1957, juntamente com Frei Cássio e demais voluntários, fundaram o Ginásio Estadual São Luis, hoje colégio Estadual João XXIII. Em 1969, foi eleito 25º prefeito de Clevelândia, período em que trouxe à cidade, muitas melhorias, colocando o município em destaque. O homem que gostava de versos e prosa fez uma pequena alteração no Hino de Clevelândia, incluindo a frase: “quando ao longe te avisto sorrindo, minha alma alegre conduz, minhas preces à Mãe Padroeira, Virgem Santa Senhora da Luz.”
 

José Guerreiro de Paula, além de engenheiro agrônomo, também foi professor de matemática nos Colégios São Luiz de Clevelandia, Colégio Agrícola Assis Brasil e no Colégio Bom Jesus de Palmas. Formado em Matemática pela Faculdade de Guarapuava em 1975. Sócio fundador do Lions Clube de Clevelândia.

 

 No ano de 2019, aos 91 anos, José Guerreiro de Paula deixou família e amigos, falecendo no município de Clevelândia, onde realizou seus feitos e deixou gravado o nome na história clevelandense. Em setembro de 2020, Dona Déa faleceu em Curitiba. Uma mulher carismática e gentil, que no seu legado deixará eternas recordações.  

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José Guerreiro e Dona Déa, 63 anos de união.

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Filho Flávio Augusto Bassetti de Paula (in memoriam)

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Filha Franceliz, esposo Fabrício Luiz Zeni e o filho Felipe. 

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José Guerreiro de Paula Filho e sua esposa Acioni Janes Dalla Cort de Paula

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Netos e bisnetos de José Guerreiro de Paula - descendentes de José G de Paula Filho: 

- José Guerreiro de Paula Neto e sua noiva Renata Brandalize;

- Marcelo Serafim Guerreiro de Paula e sua esposa Giliane e filhos Tauane e José Antônio;

- Verônica Camargo de Paula e seu esposo Maycon Henrique D'agostini, filha Valentina;

- Denize Dalla Cort de Paula;

- Vagner Ferreira e sua esposa Claudia Ferreira com os filhos Thomas Herick, João Miguel e Vicente.

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