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Portal MEIGA TERRA
09 de set. de 2022
In Contos e Crônicas
Olá, meus leitores, cheio de ideias aqui estou novamente. E hoje, falarei sobre o Setembro Amarelo. Não é apenas um mês qualquer com uma cor qualquer. É um mês especial, onde paramos para pensar, refletir e discutir um dos temas mais complicados que temos por aí, o suicídio. Mas o que leva uma pessoa a cometer esse ato? A depressão? Problemas familiares ou amorosos? Falta de emprego? Outras doenças graves? A perda de um ente querido? Todos esses fatores são fortes candidatos a levarem alguém ao ato fatal. Mas por quê? De acordo com pesquisas, no Brasil, há uma pessoa que comete suicídio a cada 45 minutos. O maior número entre jovens de 15 a 29 anos. Um assunto preocupante, mas ainda tabu. Evita-se falar sobre isso, talvez por medo ou vergonha. Ajudar a quem precisa é algo que podemos e devemos fazer. Contudo, como identificar quem realmente precisa de apoio? Devemos ficar atentos aos nossos familiares, amigos, enfim, as pessoas ao nosso redor. Conversar é sempre importante. E se somos nós quem estamos precisando de apoio, procurar o mais rápido possível ajuda médica. Não devemos nos deixar abatermos pelos problemas. Nem sempre é fácil “falar”. Muitos dizem assim: “só eu para saber o que estou passando”, concordo plenamente. Só quem teve depressão para saber isso. Todavia, precisamos procurar apoio. Um abraço amigo, uma boa conversa, sair do nosso mundinho fechado e conhecer um mundo novo. Recentemente assisti a uma série da Netflix, Bom Dia Verônica, baseada no livro homônimo de Rapahel Montes e Ilana Casoy. O mote inicial é o suicídio de uma mulher que havia sofrido um abuso. Ainda sobre esse tema, o livro Suicidas, do mesmo Montes, narra os motivos que levaram nove jovens a atirarem em si próprios em uma roleta russa. E por fim, ainda cito a série, também da Netflix, de 2017, 13 Reasons Why, baseada também em um livro, cujo título no Brasil é Os 13 Porquês, em que a protagonista Hannah narra em treze fitas k7s os motivos que a levam a dar cabo a própria vida. Todas essas obras (citando apenas algumas, entre tantas outras), sejam literárias ou em formato de série ou até mesmo filmes, como Um Grito de Socorro, nos apresentam conflitos entre jovens, cujo fim é trágico. Infelizmente, muitas vezes, a vida real imita a arte. Muitas são as formas de tirar a vida. Mas muitas são as maneiras de mantê-la. Sem dificuldades, ninguém vive. Ou você, meu leitor, é 100% feliz? Nunca teve problemas? Nunca chorou? Nunca teve momentos de profunda tristeza? Mas sempre tem aquela hora que devemos dizer: chega!!!! Quero viver... viver e sorrir! Pedir ajuda, conversar, se distrair, sair da bolha em que vive e lutar pela vida, pela felicidade. Viva, então, a vida! Sorria e seja feliz! Grande e forte abraço. Até a próxima. Rodrigo Toigo
VIVA A VIDA, SORRIA E SEJA FELIZ! content media
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Portal MEIGA TERRA
03 de set. de 2022
In Contos e Crônicas
Olá, meus queridos leitores, tudo bem? Hoje me peguei a pensar: semana que vem teremos dois feriados por aqui, aguardados como nunca, após o interminável mês de agosto. Primeiramente, temos o famoso dia 07 de setembro, em que devemos comemorar nossa liberdade histórica. Após dois árduos e tristes anos festejaremos novamente com os famosos desfiles, não é mesmo? O meu coração já bate forte ao ouvir os ensaios da Fanfarra do Abílio Carneiro. Quanta emoção, após o terrível período pandêmico. Aos poucos tudo vai se normalizando, e eventos como esse devem ser prestigiados com alegria e satisfação. E sem dúvida, nossa praça se encherá de jubilo na manhã do dia 07. Já estou ansioso! Há 200 anos, D. Pedro gritava “Independência ou Morte”, preferiu-se a independência, é claro, mas para isso, muito se lutou. Portugal deixou de ser nosso “pai”, e nossas terras passaram a caminhar com seus próprios filhos a lhes comandar. Muito se mudou de lá para cá, e muito se tem a mudar. Vivemos em um processo evolutivo, em que a tecnologia faz parte do nosso cotidiano. Dia desses ouvi de um amigo que para ele o único bom motivo do famoso sete de setembro é que pode ficar o dia todo descansando. Eu concordei com ele, mas em partes, afinal, a importância da data é gigantesca. E por falar em feriado como um merecido descanso, temos o dia 08, feriado municipal, que muita inveja causa nas cidades vizinhas. Digo, aliás, que é uma pena não emendarmos na sexta-feira e fazermos dela um belo recesso. Ademais, como o povo brasileiro é adepto a um feriadinho, seja ele santo, histórico ou pagão, não é não? Feriado é feriado. Eu, particularmente, me amarro em um, e quando vem em dupla, como semana que vem, melhor ainda. Viva D. Pedro que às margens do Rio Ipiranga nos libertou das garras portuguesas. Viva a nossa Padroeira que nos abençoa diariamente, Nossa Senhora da Luz. E viva os feriados, para alguns, mais esperados do que o próprio Papai Noel, que já começa a se preparar para dezembro... E por falar em feriados, outubro e novembro estão despontando com belas folgas... Rodrigo Toigo
E VIVA OS FERIADOS!! content media
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Portal MEIGA TERRA
13 de ago. de 2022
In Contos e Crônicas
Certa vez eu li uma crônica do Walcyr Carrasco sobre a perda de um amigo. Em outra feita, li uma de Carlos Heitor Cony, sobre o mesmo assunto. O amigo de ambos era um cachorro e uma cadelinha, respectivamente. Sem querer me comparar ao talento genial de ambos os cronistas, redijo esta minha com o peito apertado, corroborando com ambos a dor de perder um amiguinho de quatro patas. Há pouco mais de onze anos, em visita a casa dos meus tios na vizinha cidade de Abelardo Luz, eu ganhei um filhote mestiço, todo branco com pintas pretas, bem pequenino. Há anos não tínhamos em casa um animalzinho, então meus pais resolveram aceitá-lo. O primeiro embate foi sobre o nome: eu queria Pintado, visto as pintas dele, contudo, meu pai preferia Pitoco, por causa de uma música do Teodoro e Sampaio, cujo cãozinho do clipe era igual. Mas claro, meu pai acabou vencendo a guerra do nome. Por alguns dias o mantivemos na garagem, até ele crescer um pouco. Depois, ganhou sua própria casinha, confortável como um bom amiguinho deve ter. E ali ficou por anos a fio, sempre brincalhão e comilão. Aliás, comia de tudo... comida e ração, e no domingo após o almoço, era aquela festa, recebia ossos e carne do churrasco. Aliás, aonde íamos lembrávamos em trazer um pouco de carne para ele. Cresceu forte, robusto e saudável. Nada de incômodo, detestava banho, é verdade, e sempre que saía do tanque ia direto para a terra se rolar. Sempre com as vacinas em dia, pulava de alegria quando me via. Ah, como ele atendia pelo nome de Pitoco. E latia quando ouvia minha voz perto da janela onde ele sempre ficava. Latia para os pássaros também, era uma alegria. Alegria essa quando corria pelo jardim de casa, e quantas vezes se aproveitou de um descuido do portão aberto para fugir pela rua. Mas sempre, meu pai ou eu, conseguíamos capturá-lo rapidamente e o trazia para seu doce lar. Ano passado, o já meio idoso Pitoco foi agraciado com uma casinha novinha em folha, em frente à janela da minha biblioteca, para cuidar do meu acervo de cultura. O sempre gordinho amiguinho começou a ficar doente, lentamente, levamos ao veterinário, o tratamos, e melhorou... contudo, nas últimas semanas ele novamente se abateu, o Dr. Fabiano muito bem o tratou, mas infelizmente não se havia muito a fazer. O pobre coitado estava com os dias contados. Trouxemos para dentro de casa novamente, foi aos poucos parando de andar, latir, comer e beber água. Seus olhos em meus olhos eram de angústia, dor, sofrimento. Até que hoje, aquele anjinho de quatro patas partiu. Parou de sofrer e também de nos alegrar. Escrevo esta crônica e olho pela minha janela. Sua casinha nova, a qual aproveitou pouco mais de um ano, está vazia. Seu pote de ração está quase cheio. E a saudade no peito aperta a cada instante. Despeço-me aqui, pois caiu um cisco enorme no meu olho... Rodrigo Toigo
O ADEUS AO MEU AMIGUINHO DE QUATRO PATAS content media
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Portal MEIGA TERRA
06 de ago. de 2022
In Contos e Crônicas
Falar de memórias é sempre algo empolgante e emocionante. Eu, por exemplo, lembro-me de quando ainda criança chegava das aulas do Castelo Branco, onde estudava à tarde, no antigo primário, e corria para frente da televisão. E aí começava uma maratona noveleira: eram os dramas das seis, as comédias das sete, e os romances das oito, todas da Globo, e ainda sobrava um tempinho para os melodramas mexicanos do SBT. Sempre na companhia de minha mãe, e nas novelas mais tarde, do meu pai também, após chegar do trabalho. Eram bons tempos. Tenho memórias deliciosas daquela época, pois às vezes até brigava para poder ver a trilogia das Marias, da Thalia, ou então, A Usurpadora, à época, no mesmo horário do Jornal Nacional. Faz parte das minhas lembranças grandes histórias de amor, onde eu ria e me emocionava. Consigo lembrar com exatidão uma cena em que um personagem (infelizmente não lembro a novela), já idoso, era humilhado por alguém, e eu chorei compulsivamente. Outra vez, recordo como se fosse hoje, ao final do último capítulo da novela mexicana Carrossel, chorei piedosamente, de soluçar, a época, era uma reprise que passava no horário do almoço. Pois é, depois disso eu fui crescendo, comecei a trabalhar e passei a estudar à noite. E já eram as novelas da Globo ou do SBT. Ficaram apenas na lembrança. Acompanhava sobre elas nos jornais – ainda impressos – e nos primeiros sites de fofocas que foram surgindo na ainda “bebê” internet. Com o tempo, é verdade, aquela paixão infantil e adolescente por esses melodramas, foi ficando de lado. Contudo, o mundo evoluiu, as novelas foram caindo em qualidade, e eis que surgem os famosos streamings, que vieram para dividir com a TV os nossos sonhos. Ali podemos assistir a hora que quisermos e pudermos a filmes, séries, novelas, desenhos animados e documentários. Demorei um longo tempo para me render a Globoplay, mas ao ler um anúncio promocional, não pensei duas vezes: assinei. E agora estou apaixonado por uma história que nunca assisti, mas que fez parte da minha infância por tudo o que remetia a ela: Vamp, uma famosa comédia das sete, sobre vampiros. E que delícia nostálgica está sendo assisti-la. Chego a sonhar com as personagens. Fora tantas outras atrações que estão ali, na telinha à hora que eu puder ver. E hoje, ao escrever esta crônica sobre memórias da TV, não posso deixar de enaltecer um grande humorista, apresentador e escritor: Jô Soares, que se foi, deixando um legado de experiência, talento e vitalidade, entre programas de humor da Record, Globo e SBT, e seus talk shows, com inúmeras e deliciosas entrevistas. A TV brasileira perde mais um monstro do humor, e assim, ficamos mais tristes. E a nossa literatura se despede de um grande escritor, aliás, li recentemente O Xangô de Baker Street, uma graciosa viagem aos tempos de D. Pedro II. Pois é, o tempo passa, e os grandes se vão, e novos talentos vão chegando. Difícil superar os antigos, mas nada impossível. Cada qual com seu próprio espaço. Agora, me deem licença, pois a Natacha, os Rochas, a Carmem Maura e a família Matoso estão me aguardando, para mais um capítulo de Vamp. Rodrigo Toigo
CRÔNICA NOSTALGIA content media
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Portal MEIGA TERRA
30 de jul. de 2022
In Contos e Crônicas
Eu estava aqui a pensar: sobre o que escrever? Por algum tempo a falta total de assunto se assolou sobre mim e nada me vinha à mente para redigir minha simples crônica semanal. Contudo, hoje isso mudou. Essa mudança veio a partir de um telejornal que assistia com minha mãe, e a notícia que vi, chocou-me profundamente. E aí aguçou minha vontade de escrever. Desabafar. Com um misto de tristeza, raiva e piedade aqui estou a escrever tais linhas. Acreditem, amigos leitores que me acompanham nesta coluna, que um homem – aqui não o chamarei de pai – teve a coragem de ceifar a vida de um filho de apenas três meses e dois dias de idade, e junto dele, de sua esposa de pouco mais de vinte anos. Sim, esse fato é real e ocorreu em Blumenau, linda cidade catarinense. Estou chocado, realmente. Vejam, nas últimas semanas li notícias bárbaras, como um policial de Toledo que matou filhos, familiares e desconhecidos, oito ao todo, em um ato de “loucura”. Cometeu suicídio após todos os crimes. Outros casos, como um filho que matou o pai, ou um jovem de 18 anos que matou a mãe, ambos no Paraná. E aí eu me questiono: o que está ocorrendo com nossas famílias? Cadê o bom senso? Pensava eu, e muitos pensavam igual a mim, não tenho dúvidas, que a pandemia mudaria o jeito de pensar e agir de muitas pessoas, imaginava até que a maldade deixaria de ser tão forte, afinal, o mundo “virou de ponta cabeça”, entretanto o que observamos é que nada mudou, e se pensarmos um pouco mais, piorou! Gostaria de continuar sem assunto para a minha crônica a escrever sobre esses últimos acontecimentos. O mundo está em guerra. Nós estamos em guerra. A violência, a falta de amor e humanidade faz com que vivamos em um mundo caótico. E o pior, não consigo ver no horizonte uma saída para tamanhos absurdos que acometem nossa sociedade. Porém, mesmo assim, não podemos perder a fé e a esperança. E que Deus nos proteja!! Esses são os graves problemas que a família enfrenta. A falta de compaixão e compreensão. Crimes, mortes, lágrimas e dor de quem fica. Aí que está o ponto culminante. Fala-se tanto sobre as novas formações familiares, mas muito se esquece dessas brutalidades que ocorrem ao nosso redor. Mais compaixão, mais calma. Mais amor!! É o que precisamos para vivermos felizes e tranquilos!! Rodrigo Toigo
Crônica pela família content media
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Portal MEIGA TERRA
16 de jul. de 2022
In Contos e Crônicas
O que eu vou lhes contar ouvi de alguém, na verdade esse amigo que me contou, viu uma situação que achou um verdadeiro absurdo. Um abuso, para ser mais específico. O fato é que ele estava em um restaurante dia desses, sentado, almoçando, e viu, em um canto, um casal. À princípio não percebeu nada de estranho, diferente, naqueles dois. Contudo, quando ele levantou seu olhar, mastigando algo que não recordava, deu de encontro com os olhos da mulher, e ela, pasmem, meus queridos leitores, chorava. Sim, aquela mulher, que segundo relatou o meu amigo, loira de cabelos longos, derramava lágrimas. Esse meu amigo, até prefiro não citar o nome, achou aquela situação estranha, e começou a observar o que estava acontecendo. Notou que o rapaz que estava com ela falava algo, muito baixo, a ponto de não conseguir ouvir. Mas a mulher, pobre coitada, essa sim, ouvia, e pelo visto, não gostava do que ouvia. Deixando o almoço esfriar, esse meu amigo viu aquele rapaz, que não tinha mais de 25 anos, apontando o dedo para o rosto da mulher, tão jovem quanto ele. Sim, ele apontava o dedo como se dissesse: “Escute, estou falando contigo”, pois nesse momento ela estava com os olhos virados para a mesa. Com certeza era uma discussão entre um casal. Com certeza aquele rapaz estava mostrando que ele é quem manda na relação, sem dúvida alguma por algum motivo, que pode até ser sagaz, daqueles bem banais, foi o motivo daquela conversa, ou seria uma discussão, quem sabe, em uma mesa de restaurante. O fato final é que meu amigo percebeu a mulher sair sozinha, quase correndo, com as bochechas vermelhas, e os olhos em lágrimas, pela porta do restaurante. E sim, o rapaz ali ficou sentado, parecia furioso, estava com o rosto todo vermelho também, a ponto de explodir. Esse, assim que a mulher saiu pela porta, levantou-se e foi ao caixa, próximo de onde meu amigo estava. Chegou para o senhor que estava atendendo naquele dia e esbravejou: “Não sei como essas mulheres de hoje em dia não aprendem que quem manda somos nós, os homens!” Pagou a conta e se retirou, deu-lhe uma olhada, com um sorriso de satisfação, como se ele soubesse que o meu amigo, aquele pobre homem que deixara seu almoço esfriar, entreouviu tudo o que ocorreu em sua mesa. E aí, só para terminar nosso papo, pedi para meu amigo se ele ou o senhor que atende o restaurante falaram algo para aquele homem. E ele me respondeu que não, pois o silêncio para esse tipo de situação, para homens como aquele, machistas ao ponto de pensarem que ainda vivem no século XIX, é o silêncio. Eu, amigos leitores, já penso diferente, quanto mais nos calarmos, homens e mulheres, existirão seres abomináveis como aquele ser, que eu não conheço, e sinceramente, prefiro não conhecer. Mas me calar diante disso? Jamais... Nota-se por essa crônica, redigida às pressas, afinal de contas, tenho muito trabalho a fazer... Rodrigo Toigo
Dois jovens e um par de olhos content media
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Portal MEIGA TERRA
09 de jul. de 2022
In Contos e Crônicas
Olá, queridos leitores. Hoje quero lhes fazer uma pergunta: lembram quando eram menores e tinham aquelas deliciosas gincanas que aconteciam na praça, ou até mesmo nas escolas? Tempos bons, não é mesmo? Reunir amigos, familiares, a turma toda para se divertir, provar conhecimentos, correr atrás de provas incríveis, só para pontuar, ganhar e correr para o abraço da vitória. Mas e quem perdia? Ora, perder é tão natural quanto ganhar. A derrota faz parte de todo processo evolutivo humano. Não tem o mesmo valor, o mesmo sabor da vitória, mas ela existe, e todos nós devemos conhecê-la e aprender com ela. E quem vencia? Ah como é bom vencer. Ver que todo esforço valeu a pena, não é mesmo? Um esforço de dias, semanas ou até meses, correria para preparar isso ou aquilo, organização das provas, pensar na premiação, data e local para a batalha acontecer. Claro que pelo caminho encontrávamos obstáculos, o que é natural em toda situação. Mas ah, como os velhos tempos eram melhores. Eis que pensando neles, alguns bons profissionais da educação desse maravilhoso município resolveram inovar e ao mesmo tempo revisitar a velha época das grandes gincanas. E com essa ideia em mente surgiu a I Gincana Intergrêmios entre os Colégios Estaduais Abílio Carneiro e Terezinha Rocha. Alunos e a equipe de profissionais da educação se envolveram por mais de 40 dias para apresentar uma excelência para suas torcidas. E o que se viu, senhores e senhoras, não há palavras para descrever nesta crônica. O sorriso e o nervosismo de cada participante, os dias que antecederam as apresentações, as incertezas e os medos. Enfrentar seis jurados de competência ímpar, provas prévias que exigiram muito trabalho. Nada foi fácil. Nossos participantes tiveram aqueles que dançaram... e que danças. E a torta na cara então? Que lambuzo saudável. Fica aqui, caros amigos, um registro em forma de crônica, desse espetáculo da educação, pois educar não é somente colocar nossos alunos em uma sala de aula com quatro paredes fechadas e uma lousa para ensinar os conteúdos programáticos. O bom educador vai além. A escola de visão vai além. Comprometimento e responsabilidade também fazem parte da nossa vida. E isso eu vi nesta semana. Que gincana, meus amigos! Que gincana! Para ficar guardada na nossa memória. A todos os envolvidos, parabéns. Rodrigo Toigo
O passado e o presente unidos por uma super gincana content media
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Portal MEIGA TERRA
02 de jul. de 2022
In Contos e Crônicas
Na última terça-feira foi feriado em Clevelândia. Isso todos nós sabemos. Feriado esse em que comemoramos os 130 anos da nossa querida cidade. São 130 anos de muita história, que iniciou lá longe, em uma época de coronéis, cujas leis eram outras e as conversas diferentes. De uma simples vila se tornou cidade, ganhando casas, ruas, igrejas e comércio. Aos poucos prosperou-se, evoluiu junto com o mundo. Cidade de grandes pessoas, grandes nomes, lutas, batalhas. Uma senhora na idade, mas que tem muito chão pela frente. O passado deve ser respeitado e o futuro, aguardado. Uma cidade de gente acolhedora, prestativa, humilde, simpática e solidária. Passamos por tantas barreira, problemas, e sempre tem alguém pronto para dar um abraço amigo. Lutamos juntos por tantas coisas, como a recente pandemia, mas não desistimos. Continuamos em pé, firmes e fortes. Uma longa história que não acaba aqui, pois a cada dia ela é escrita, nas páginas do livro que se chama Clevelândia. Cidade esta que todos se conhecem. “Se pede do fulano, o ciclano sabe quem é e o beltrano tem uma história sobre para contar”. Pessoas alegres, divertidas, que adoram uma boa festa. Mas também, gente dada ao trabalho, de sol a sol, para ganhar o seu próprio pão. E há quem maldiga de nossa cidade. Mas em nenhum jardim há só flores, existem os espinhos também. Contudo, esses bem cortados, fazer com que as flores cresçam firmes, belas e perfumadas. Nossa Meiga Terra, Portal do Sudoeste, lhe desejo as maiores e melhores felicitações. Sou grato por me acolher e fazer parte de mim, da minha vida, da minha própria história, assim como muitos são gratos por sua existência. Parabéns, não só no dia 28 de junho, mas sempre!! E um futuro brilhante é o que desejamos a ti. Rodrigo Toigo
Uma simples homenagem a Clevelândia content media
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Portal MEIGA TERRA
18 de jun. de 2022
In Contos e Crônicas
Hoje resolvi falar sobre a inveja. Esse substantivo abstrato vem do latim “invidia”, que significa “desgosto causado pela felicidade alheia”. Pois bem, se você faz um bom trabalho, cuidado... os olhares acusadores de plantão estarão próximos de ti. É como se fôssemos vigiados 24 horas por dia. Pode ser no trabalho, na igreja, em família ou até mesmo entre aqueles que se dizem amigos. Quando o teu potencial é superior ao de muitos, a inveja começa a corroer o peito de alguns, e aí, meu caro leitor, salve-se quem puder. Quanta gente aí querendo assumir o posto daqueles que se dedicam e são exímios no que fazem? Quanta denúncia infundada em níveis superiores, pelo simples prazer de maltratar e machucar a quem está fazendo o seu melhor? Mas o que seria o melhor de alguém para quem não se sente bem vendo o outro bem? Ah, que pecado! Que tristeza esse tipo de situação, não acham? A inveja corrói por dentro de pessoas que não são capazes de fazer o melhor sem prejudicar o próximo. Não são capazes ou não fazem nada para o ser, claro! E o pior, muitos desses, vivem pregando a Palavra da Bíblia, estando todo domingo à missa, fazendo caridade aqui e acolá. Humanos desumanizados. Por dentro, lá no fundo, falam mal pelas costas, criticam, e fazem de tudo para derrotar, por caminhos ilegais, a quem faz verdadeiramente o bem. Cuidado com quem te abraça, com quem lhe sorri afavelmente. Nunca sabemos quem está pronto para nos apunhalar. E não é por isso que deixaremos de brilhar. Nossa estrela deve ser cada vez mais iluminada, mesmo sabendo que ao nosso redor há pessoas que querem apagar esse brilho. Brilhe e mostre todo o seu potencial. Felicida